domingo, 28 de junho de 2009

A importância da negociação na democracia (II)

Desejo referir-me aos pactos, enquanto resultados possíveis de uma negociação e posições pactuadas, com a mediação do Estado ou a iniciativa deste, envolvendo uma grande variedade de organizações representativas de interesses diversos, como os sindicatos, os partidos políticos, as associações patronais e de trabalhadores, as organizações da sociedade civil, entre outras.

Por isso, é importante ressaltar que o líder tem um papel fundamental no processo de assimilação e mudança dos hábitos da sua área de atuação. É ele quem monitorará as atitudes, verificando se as formas como as coisas acontecem estão de acordo com o que a entidade que representa, se acredita que seja adequada e, ao mesmo tempo, analisará os avanços para saber se o resultado alcançado é o esperado.

O nosso país não tem tradição de diálogo e debate político “entre classes”, mas operou seus processos sociais, a partir principalmente da cooptação, como no processo de modernização que teve origem no governo do presidente Vargas, ou a partir da eliminação violenta das forças adversárias, como ocorreu por ocasião do regime autoritário, o trabalho de negociação democrática tem suscitado dúvidas.

Apesar das resistências, identificadas em algumas áreas nas esferas públicas e privadas, as premissas para tal já estão em andamento: primeiro, tem-se provado que os setores sociais aparentemente mais divergentes querem e sabem dialogar; segundo, o encaminhamento das reformas necessárias ao País, com uma boa dose de colaboração da sociedade organizada e não apenas dos políticos e do governo, está sendo bem-sucedido; e, terceiro, a possibilidade de retomada do crescimento começa a aparecer como uma realidade palpável.

O processo de reordenamento democrático da sociedade, fragmentada como está, não será feito sem tensões reguladas, pelo simples fato de que as tensões, originárias das brutais exclusões e desigualdades geradas pelos conservadorismos centrais e regionais, irão se acentuar cada vez mais. Desta forma, se as tensões não forem incorporadas como método e regulação para um diálogo transformador da sociedade, a democracia é que sucumbirá.

Dentro desta máxima, vejo uma injustiça de 25 anos sendo resgatada pela “justiça” em favor do nobre jornalista Batista Custódio que tem como dinâmica de vida a seguinte expressão: “nasci de um berço rico, fiquei pobre de bens por opção em acompanhar os injustiçados, os sem-teto, os humildes, os enfermos – o povo, tudo pela verdadeira liberdade de expressão na democracia...”



Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

domingo, 21 de junho de 2009

BALANÇO DA REUNIÃO MENSAL REALIZADA NO DIA 18/06/2009

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS DA REUNIÃO

- O Senador Marconi Perillo se fez representar pelo seu ex-Secretário de Planejamento, Dr. José Carlos de Siqueira, o qual, falando em nome do digníssimo Senador, reafirmou o seu incondicional apoio a nossa ANISTIA, se colocando totalmente a nossa disposição e do nosso lado nesta luta;
- O Deputado Humberto Aidar reafirmou também o seu compromisso com a nossa causa, compromisso que não tem se esquivado por nenhum segundo desde o início da nossa caminhada. O digno Deputado, que no evento representou também o Deputado Federal Rubens Ottoni, falando em nome dele, deixou uma mensagem de apoio e de confiança no sucesso da nossa empreitada. Aliás, temos que registrar e agradecer de público o nobre Deputado Rubens Ottoni pelo brilhante trabalho desenvolvido em prol da nossa ANISTIA, que é legal e, acima de tudo, justa;
- O advogado Dr. Alfredo, do Sindicato dos Bancários, tirou todas as dúvidas dos presentes sobre o falado "juros progressivos" do FGTS e comunicou que estará atendendo na ARC, de 29.06 a 03.07.2009, a todos os interessados em entrar com uma ação judicial para reaver esse direito. É importante salientar que não haverá despesas iniciais e que o honorário será o mínimo possível e só será cobrado ao final da ação quando do seu recebimento.
Qualquer dúvida favor entrar em contato com a ARC: 3225-3260 ou 3223-5474

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Dois diretores da ARC foram convidados e hoje fazem parte da Diretoria da recém criada União Geral dos Trabalhadores do Estado de Goiás, cujo presidente é o Sr. Manoel do Bonfim, do Sindicato dos Bancários. Os diretores indicados foram os Srs. Antônio Alencar Filho, nosso presidente e Gilberto Araújo Costa, nosso diretor jurídico, que ocuparão, respectivamente, a Secretaria Adjunta dos Direitos Humanos e a Secretaria Adjunta do Terceiro Setor. Parabéns a eles e a ARC. Estamos ciente de que foi uma grande conquista, agregando mais um forte canal de reivindicação, pois trata-se de uma das maiores Centrais Sindicais do Brasil.

A IMPORTÂNCIA DA NEGOCIAÇÃO NA DEMOCRACIA

21/06/2009


Democracia pressupõe cidadania. Sendo a cidadania um status, são condições prévias necessárias para a cidadania: a satisfação das necessidades físicas individuais, que são obtidas através do trabalho, emprego e renda; o suprimento das necessidades de segurança, como a garantia de vida, alimento, saúde e moradia; e, finalmente, o suprimento das necessidades de afeto. A marginalização econômica originada nas empresas gananciosas e em alguns Estados sem compromisso com o povo, de início, elimina as primeiras necessidades e inviabiliza a cidadania. As distorções dessas condições prévias à cidadania implica uma reação social sem fronteiras, pois quem tem fome, sede, medo ou ódio não respeita a cidadania do outro. Surge a violência institucionalizada.

A organização da sociedade mundial, em consequência do processo de globalização do capital e do Estado, está apenas se iniciando. Os direitos civis, políticos e sociais, assim como os limites legais e políticos, sociais, econômicos e organizacionais recém-começam a ser pensados e abordados nos contextos nacional e supranacional. Apresentam uma amplitude insuficientemente ampla para gerar resultados a fim de que se possa reverter a reação social existente no planeta. A sociedade, bem como os Estados e as empresas começam a perceber que o sistema de “exploração”, que estabelece exploradores de um lado e explorados de outro, envolve um altíssimo risco, o risco da perda das vantagens sociais obtidas por aqueles poucos privilegiados. A sociedade percebe a reação social em cadeia, resultante da prática do realismo político, que começa com a prática via exploração ou exclusão, e passa para a reação social, incluindo a violência local advinda das pessoas marginalizadas da sociedade local ou migrante.

No caminho da solução para esse crescente problema está a conscientização de políticos do parlamento e do governo de que o Estado precisa urgentemente levar em consideração, no planejamento de seus programas e ações, as prioridades da população que devem ser auscultadas justamente em quem vivencia a realidade do dia-a-dia das comunidades, o cidadão. E, para tal, precisam, políticos e governo, abrir canais de negociações sem radicalização de mão única.

Em síntese, é necessário primeiro envolver a ampliação da negociação política para além das fronteiras de seus gabinetes, acabando por converter a atitude dos representantes do Estado singular local em uma atitude interdependente na esfera de um realismo social proativo mais geral e abrangente. Isso provocará, de uma perspectiva interacional, uma evolução econômica, política e social jamais vista.

Para tornar viável uma unificação em um plano factível, primeiro se deve pensar em um planejamento orientado para um progresso econômico comum para, posteriormente, incentivar o sentimento de cidadania participativa e, finalmente, obter a aprovação legal-política via consenso democrático.

Estrategicamente, esse é o plano, o qual deve ser ratificado legalmente em todas as esferas do poder, tendo a aceitação da sociedade e dos atores políticos, para ser concomitante à obtenção do bem-estar social para a totalidade de sua população. O passo mais importante, imprescindível, é prever entidades negociadoras que viabilizem seu processo de execução.

Entre os tipos de negociação, a mediação é a forma mais frequente de intervenção numa situação que se apresenta como potencialmente conflitante e ocorre normalmente no âmbito das relações em que se torna necessária a divisão ou cessão de parte do poder decisório, para que se chegue a bom termo em determinado assunto, como é o caso da prática de direito exclusivo nas decisões políticas do Legislativo e do Executivo.

Os mediadores, em regra geral, não dispõem de poder formal e não podem por isso impor uma solução, eis que são apenas representantes do poder decisório central, como acontece com secretários de Estado em negociações de interesse do Executivo. Deste modo, a sua ação tem por finalidade incentivar a identificação de áreas de compromisso entre as partes envolvidas e encorajar a realização de acordos, quando for preciso.

Além disso, na administração do processo, o mediador deve facilitar a comunicação e o fluxo de informação; elaborar medidas para estabelecer um ambiente de confiança; organizar a agenda conjunta; estruturar as discussões de forma produtiva; e, se preciso para análise de assuntos específicos, convocar equipes ou delegações técnicas.

Obviamente, a meta em uma negociação cooperativa é que as partes tenham suas necessidades atendidas num resultado equilibrado na forma do ideal consensual.

Nas ocasiões em que a Associação de Resgate e Cidadania de Goiás do Estado de Goiás teve a oportunidade de entabular conversações sobre assuntos de interesse com representantes dos três níveis de poder do Estado, isso ocorreu por meio de um processo democrático e transparente de negociação visando objetivamente a valorização do ser humano e a recuperação da dignidade dos nossos associados – ex-servidores da Caixego pelo retorno das suas condições de trabalho e emprego no processo de anistia. Diga-se de passagem, as quais foram retiradas na calada da noite por um ato político e ditatorial de um governo corrupto e repressor.

Estamos imbuídos desses ideais de respeito e lealdade em todas as nossas ações e iniciativas e, com a união de todos, organizações da sociedade civil, Executivo, Legislativo, tenhamos certeza, vamos construir um novo modelo de gestão democrática, que venha atender as reais necessidades da sociedade goiana e dos cidadãos em geral. Lembrem-se de uma reflexão de Gibran Khalil Gibran em que “ A neve e a tempestade destroem as flores, mas nada podem contra a semente”.

Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás, secretário adjunto dos Direitos Humanos da UGT/GO e escreve aos domingos

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Uma plêiade de funcionários competentes

O tema competência, nos últimos anos, tornou-se foco da pauta das discussões acadêmicas e empresariais, ligado a diferentes níveis de compreensão: no nível da pessoa (a competência do indivíduo), das organizações (as core competences-competências essenciais) e dos países (sistemas educacionais e de formação de competências).
Reputo importante, nos dias atuais de crise, recuperar o debate teórico e prático a respeito da noção de competência, para a compreensão mais clara por empresários e pelos governos acerca de seu conceito, relacionando-o à estratégia e aos processos de aprendizagem organizacional, principalmente quanto ao seu desenvolvimento e sua gestão.
Diante destes novos cenários, muito se tem dito acerca do papel que as pessoas precisam desempenhar nas organizações, reconhecendo-se que são elas que fazem a diferença nos momentos cruciais de uma conjuntura desfavorável.
Torna-se cada vez mais claro que o sucesso de planos e estratégias depende de pessoas comprometidas com a missão e os objetivos das organizações governamentais e privadas, assim como do desenvolvimento de uma série de competências para que as pessoas estejam à altura de assumir desafios.
Assim sendo, uma política de recursos humanos bem estruturada deve definir as áreas prioritárias de desenvolvimento para seus membros como uma forma inteligente de potencializar a capacidade de ação das organizações. Além disso, oferecerá oportunidade para que o próprio profissional possa realizar uma análise crítica de quais competências ele necessita e traçar uma estratégia de como poderá adquiri-las e desenvolvê-las com o tempo. A partir daí, a organização voltará sua atenção mais destacadamente para o acompanhamento do processo e para a análise dos resultados alcançados.
Precisamos nos pautar pela defesa das boas práticas de governança, não apenas nas empresas (corporativa), mas, também, no âmbito do próprio dia-a-dia da gestão dos órgãos públicos.A governança corporativa refere-se a um conjunto de processos, políticas, leis, regulamentos e ambientes que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, aí incluídas as relações entre os objetivos pelos quais a empresa se orienta e os acionistas, a alta administração e o conselho de administração.Dentre os fundamentos da boa governança quero destacar a participação (representantes legítimos), o Estado de direito (direitos humanos, estrutura legal justa, agentes públicos de coerção imparciais e incorruptíveis, judiciário independente), a transparência (informações acessíveis), a efetividade e eficiência (resultados esperados pela coletividade), além da prestação de contas, esta imprescindível para que o sistema corporativo ou público seja confiável, tanto aos acionistas das empresas quanto aos contribuintes que financiam as atividades públicas.
As causas que conduzem a problemas de governança pública normalmente repousam em desacertos, descontrole ou até em incompetência setorial (educação, saúde, transporte, assistência social, inexistência de uma consistente política industrial e agrícola, insuficientes medidas de geração de emprego e renda), mas também encontram espaço no que diz respeito à coordenação política para manutenção da governabilidade.Sabemos que existem dois componentes nas organizações: o subsistema técnico, constituído da tecnologia, dos equipamentos e das instalações, e o subsistema social, o fator humano, com seus estilos de relacionamento interpessoal, de liderança, e de trabalho em equipe, bem como seus valores pessoais.Mas a solução para quaisquer situações de entropia, de desordem, em uma organização pública ou privada sempre será o elemento humano, um quadro funcional eficaz, com uma consistente formação profissional. Quem implementa, pratica e sustenta os níveis de qualidade, gerindo e participando dos processos organizacionais, individualmente ou em grupo, é o fator humano, cujos membros devem estar comprometidos com todo o processo.
O governo de Goiás realizou recentemente uma profunda reforma em quase todas as áreas de sua estrutura administrativa, buscando modernizar a máquina burocrática e racionalizar a despesa com pessoal, no sentido de diminuir o déficit nas contas públicas. É sabido que somente isso não basta para a otimização vislumbrada. Torna-se necessária, imprescindível mesmo, a adoção de um programa, intenso e de amplo espectro, de qualificação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos, para que o Estado possa oferecer à sociedade os serviços de que ela necessita em termos de qualidade e quantidade.É importante reconhecer e tratar o fator humano tão seriamente quanto são abordados os outros fatores, traçando planos, avaliando a eficácia de sua gestão e aumentando a habilitação interpessoal dos gerentes e dos órgãos públicos em relação aos contribuintes. A eficácia e a sinergia das equipes são obtidas mais pelo processo de relacionamento do grupo, apoiador para a criatividade e o comprometimento, e menos pelos recursos individuais e técnicos disponíveis. Deve ser buscado o envolvimento dos servidores, criando clima facilitador para a conscientização e decisão de mudar, tendo como objetivo principal os anseios e necessidades da população.
A extinta Caixego era destacadamente reconhecida como uma instituição financeira que mais investia em pessoal, possuindo um plano estratégico de desenvolvimento de recursos humanos permanentemente orientado pelos padrões internos de desempenho e por pesquisas externas de mercado ocupacional. As metodologias e técnicas didático-pedagógicas usadas propiciavam a aprendizagem através de absorção de conceitos abstratos e teorias, da observação reflexiva, mas eram especialmente focadas na experimentação ativa e na experiência concreta.
Essa prática gerou um quadro de profissionais altamente qualificado que conduzia aquela empresa pública, ano após ano, a resultados positivos não só no campo financeiro, mas no campo do financiamento social, como a habitação. A ponto de, quando foi politicamente liquidada, ser detentora de 84% das contas de poupança deste seguimento da população de Goiás depositadas em suas agências e postos de serviço espalhados por todo o território goiano.
Pelo seu excelente nível profissional, a maioria desses funcionários se manteve atualizada e poderá, contar ainda mais através da anistia aos ex-servidores da Caixego, protagonizar, em conjunto com os demais servidores do Estado de Goiás, esse grande e meritório esforço de atualização da força laboral pública, com a consequente melhoria da oferta de serviços em atendimento à população goiana.É o que esperamos e para tal lutamos, em busca da compreensão e consciência social dos poucos parlamentares, e de alguns setores do governo de Goiás.
Para reflexão cito Augusto Cury: “procure vender coragem para os inseguros, ousadia para os fóbitos, alegria para os que perderam o encanto pela vida, sensatez para os incautos, críticas para os pensadores.”
Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

domingo, 7 de junho de 2009

Materia do Alencar no DM

Uma das definições mais comuns da vaidade é que ela consiste em uma estima exagerada de si mesmo, uma afirmação esnobe da própria identidade. Tanto é assim que as religiões a consideram o mais grave dos pecados capitais.
O escritor e ensaísta francês Montaigne, um dos maiores críticos da vaidade, nas suas obras e, mais especificamente, nos seus Ensaios, analisou as instituições, as opiniões e debruçou-se sobre os costumes de sua época, tomando como objeto de estudo a generalidade da humanidade, pois ao fazer esse estudo de auto-observação acabou por observar também o homem no seu todo. Ele era pessimista e cético em relação à sociedade, achando-a viciosa e falsa.
E, hoje, o que podemos dizer de nossa sociedade? Uma sociedade ainda, e como nunca, embebida em falsidades, obcecada por representações e aparências – na qual as pessoas tratam de esconder o que verdadeiramente são, atuando como se fossem atores e atrizes.
Como ele, acreditamos firmemente que devemos estar presentes no mundo, não nos ausentarmos dele, entendê-lo sem perder a consciência, sem delírios e mortificações, agilizando a nossa “atividade de julgamento”, quando, só então, nascerá um acelerar do movimento da compreensão do mundo e de nós mesmos.A vaidade e a inveja, parece-nos, têm andado juntas, levando a conflitos cada vez mais frequentes entre forças da sociedade organizada.Descobrimos dentro da ética algumas fontes de reflexão, que levam a tais conflitos: que são vícios? não a generosidade, mas sim, o egoísmo; não a cordialidade, mas a dureza; não a fidelidade, mas a infidelidade. É fundamental, na utopia da vida, subir o degrau na escala de valores.
Lembremos todos Fernando Pessoa quando dizia que “cada um tem a sua vaidade, e a vaidade de cada um é o seu esquecimento de que há outros com alma igual”.

Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

C O N V O C A Ç ÃO

A nossa fé e a nossa vontade nunca serão contidas... removerão montanhas se necessário, e ecoarão por todos os recantos!
A ARC trabalha sem descanso e podemos afirmar que os caminhos que estão sendo abertos têm como destino o mesmo porto.


A DATA DA NOSSA REUNIÃO MENSAL MUDOU. ELA SERÁ NO DIA 18.06.09, ÀS 19h, NO CLUBE CRUZEIRO DO SUL.

DÚVIDAS: LIGAR PARA A ARC - FONES: 3225-3260 e 3223-5474

INFORMAMOS QUE NA OPORTUNIDADE SERÁ OFERECIDO UM "JANTAR FRATERNO" PARA TODOS OS ASSOCIADOS PRESENTES AO PREÇO SIMBÓLICO DE R$1,00 (UM REAL) PARA COBRIR OS CUSTOS COM AS COZINHEIRAS.
VÁ E LEVE TODA A SUA FAMÍLIA!
PAUTA DA REUNIÃO/JANTAR:
01) APRESENTAÇÃO DO ADVOGADO INDICADO PELA ARC NA QUESTÃO DOS EXPURGOS DOS PLANOS ECONÔMICOS - FGTS;
02) EMENDA CONSTITUCIONAL DE ANISTIA (INDIVIDUAL) - DEP. HUMBERTO AIDAR; 03) RESULTADOS DAS AÇÕES E GESTÕES JUNTO ÀS AUTORIDADES E SEGMENTOS ORGANIZADOS;
04) IMPACTO DO LANÇAMENTO DO JORNAL "RC - RESGATE DA CIDADANIA", O INFORMATIVO DOS DIREITOS HUMANOS PATROCINADO PELA CONTEC E FTIEG (UMA COLOSSAL FERRAMENTA DE APOIO A NOSSA LUTA).

OBS: A SUA CONTRIBUIÇÃO MENSAL É A ÚNICA FONTE DE RENDA DA ARC, PORTANTO, PARA QUE TENHAMOS AUTONOMIA E LIBERDADE DE AÇÃO, NÃO DEIXEM DE CONTRIBUIR PONTUALMENTE. A NOSSA LUTA É DE TODOS.

LEIAM, ON-LINE , O JORNAL DA CIDADANIA - ACESSEM: RESGATEDACIDADANIA.BLOGSPOT.COM .
DEEM SUGESTÕES, IDEIAS E FAÇAM COMENTÁRIOS OU CRÍTICAS ATRAVÉS DO E-MAIL: rcgo@brturbo.com.br .

Nunca cansaremos de dizer que quem trilha pelo caminho da verdade e busca a justiça com sinceridade no coração não tem o que temer. Portanto, companheiros, marchemos, DESTEMIDAMENTE, rumo à conquista do nosso objetivo.
Fiquem a postos, pois a qualquer momento vocês serão convocados para novas batalhas.