domingo, 31 de maio de 2009

CONVOCAÇÃO: FIQUEM ATENTOS!

CONVOCAÇÃO: FIQUEM ATENTOS!

CONVOCAMOS A TODOS OS COMPANHEIROS PARA A NOSSA REUNIÃO MENSAL QUE SERÁ REALIZADA DIA 19.06.09, ÀS 19:00 H,LOCAL A CONFIRMAR.

INFORMAMOS QUE, NA OPORTUNIDADE SERÁ OFERECIDOUM "JANTAR FRATERNO" PARA TODOS OS ASSOCIADOSPRESENTES, AO PREÇO SIMBÓLICO DE R$1,00 (HUM REAL) -CUSTOS COM COZINHEIRAS.VÁ E LEVE TODA A SUA FAMÍLIA.

PAUTA DA REUNIÃO/JANTAR-

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO MUSICAL IRMÃOS QUEIROZ E CONVIDADOS - SOM E PRODUÇÃO.

01) APRESENTAR O ADVOGADO INDICADO PELA ASSOCIAÇÃO NA QUESTÃO DOS EXPURGOS DOS PLANOS ECONÔMICOS - FGTS;

02) EMENDA CONSTITUCIONAL DE ANISTIA - DEP. HUMBERTO AIDAR (INDIVIDUAL);

03) RESULTADOS DAS AÇÕES E GESTÕES JUNTO ÀSAUTORIDADES E SEGMENTOS ORGANIZADOS;

04) IMPACTO DO LANÇAMENTO DO INSTRUMENTO DE DIVULGAÇÃOE COMUNIDADE - " RC - RESGATE DA CIDADANIA ", O INFORMATIVO DOS DIREITOS HUMANOS (JORNAL DE LUTA DE ANISTIA - ARC-GO) -PATROCINADO PELA CONTEC E FTIEG.

OBS: A SUA CONTRIBUIÇÃO MENSAL É A ÚNICA FONTE DE RENDA DA ARC-GO,PORTANTO, PARA QUE TENHAMOS AUTONOMIA E LIBERDADE DE AÇÃO, NÃO DEIXEM DE CONTRIBUIR PONTUALMENTE, A LUTA É SUA, A LUTA É NOSSA.LEIA O INSTRUMENTO DE NOSSA LUTA ( JORNAL - RESGATEDACIDADANIA.BLOGSPOT.COM ) DE SUA SUGESTÃO E COMENTÁRIOS ATRAVÉS DO E-MAILrcgo@brturbo.com.br

UMA OTICA POSITIVA DOS CONFLITOS

a ótica positiva dos conflitos
31/05/2009
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Os conflitos existem desde o início dos tempos e são uma realidade sempre presente nas relações humanas e de trabalho. Eles se originam da diversidade de pontos de vista entre pessoas, da pluralidade de interesses e expectativas, além da diferença entre as formas de agir e de pensar de cada um dos envolvidos.
O sistema econômico, o mercado e a concorrência, os diversos matizes de visões políticas no mundo atual têm estimulado práticas e comportamentos baseados em princípios de competição, o que se reflete nos relacionamentos interpessoais, sociais e até entre nações, gerando novos conflitos de forma muito acirrada e até de natureza selvagem.
O conflito é parte de toda interrelação, seja ela de natureza pessoal, social ou mesmo política. Isto porque, em uma determinada conjuntura, as opiniões divergem, os valores são diferentes e as necessidades não são as mesmas. A forma de abordar uma situação conflitiva é que fará a diferença, e, se as partes aceitarem o conflito, vê-lo como uma oportunidade e o líder político, empresarial ou classista gerenciá-lo adequadamente poderá trazer resultados muito positivos para sua equipe ou para a comunidade.Paradoxalmente, esses mesmos conflitos são importantes para o crescimento e desenvolvimento de qualquer sistema, seja ele social, político, familiar ou organizacional.
No entanto, o que nos tem chamado a atenção é que a gestão dessas relações reiteradamente resulta mais da visão e da motivação momentânea do gestor do que propriamente de objetivos meritórios nos quais deveria se basear sua liderança.A exacerbação do conflito pode levar a situações muito complexas, como guerras mundiais, a eterna problemática palestino-israelense, o enfrentamento do crime organizado em relação às instituições do Estado, os difíceis acordos para a criação de CPIs que interessam ao País, o desacerto entre bancadas no Congresso Nacional, assembleias legislativas e câmaras municipais para a constituição de mesas diretoras, dentre outras que podem gerar consequências muito negativas para a sociedade.
O verdadeiro líder deve possuir uma qualidade, que pode ser desenvolvida, que é a capacidade de negociação. Não a do “toma lá, dá cá” que vicia as relações institucionais e que, não raras vezes, leva à corrupção, mas a forma positiva, na qual é fundamental preparar-se, planejando e procurando ter uma visão ampla de tudo que está inserido no contexto, conhecendo bem o problema em análise, levando em consideração os interesses de ambos os lados, no sentido de encontrar a melhor solução com habilidade, usando seu poder pessoal com propriedade e oportunidade, paciência, flexibilidade, determinação e objetividade.
A negociação precisa definitivamente ser encarada como um exercício contínuo de convivência, a maneira mais democrática de se resolver conflitos, não sendo de nenhuma forma permitido que interesses pessoais sobressaiam, mormente em se tratando de pessoas que são pagas (nas empresas) para atuarem proativamente em busca dos objetivos organizacionais ou são eleitas (políticos) para equacionarem alternativas de solução para os problemas de toda ordem que afligem a coletividade. Esses líderes simplesmente não têm esse direito.É imprescindível a utilização de uma estratégia orientada objetivamente para a solução do problema em questão, ou seja, focar-se no assunto cujo desdobramento deve, sempre, beneficiar o conjunto da comunidade, ao invés de priorizar as necessidades muitas das vezes criadas deliberadamente pelas pessoas envolvidas.
Se assim for feito, não haverá perdedores, somente vencedores. Em tempos que se avizinham às eleições para presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, inúmeras contendas já se fazem presentes nos diversos níveis da esfera pública em termos de arranjos políticos na busca do poder, o que passa por natural pelos profissionais da área, no entanto a sociedade brasileira evoluiu bastante em relação ao quadro relatado por Bertolt Brecht em sua descrição do “analfabeto político”, ela está atenta e sequiosa da solução dos seus recorrentes problemas de saúde, educação, transporte, geração de emprego e renda, querendo efetivamente participar da distribuição do “bolo” que há mais de 500 anos tem suas maiores e melhores fatias abocanhadas por pequenos grupos que se autodenominam representantes e “benfeitores” das camadas populares.Para políticos, empresários e empresários-políticos lembro que, de acordo com uma das inúmeras definições doutrinárias, “negociar é a arte de compreender a pluralidade de opiniões e saber acordar entre as partes, de maneira que todos obtenham resultados favoráveis”. Já filosoficamente, seria de bom alvitre que todos considerássemos Saint-Exupéry quando disse que “na minha civilização, aquele que é diferente de mim não me empobrece; me enriquece”.


Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

domingo, 24 de maio de 2009

O positivismo na atuação integrada governo e sociedade

O positivismo na atuação integrada governo e sociedade

24/05/2009

Apesar de nem sempre concordarmos com posições políticas ou administrativas eventualmente perpetradas por equipes governamentais que sazonalmente ocupam os maiores cargos ou posições no Executivo, Legislativo ou Judiciário acreditamos que somente o respeito, a cooperação e valores morais e éticos poderão oportunizar uma convivência pacífica e redentora entre as forças constitutivas da sociedade.
O respeito deve ser o sentido do valor de uma pessoa ou de uma atitude que se manifesta com base na ética da reciprocidade, de vez que as ações recíprocas são importantes para a psicologia social visto que ajudam a explicar a necessidade da manutenção de normas sociais.Saliente-se que economistas comportamentais também têm demonstrado que o potencial para ações recíprocas por partes interessadas em incrementar a taxa de contribuição ao bem público caracteriza evidência para a importância da reciprocidade em situações sociais desejáveis.
A família, instituições militares e religiosas têm sólidos ditames relativamente à respeitabilidade. Até mesmo nas organizações criminosas os subordinados são obrigados a mostrar respeito por seus chefes.
Existem muitos casos em que o “desrespeito” levou a assassinatos e outras demonstrações de violência.Assim sendo, por que a condução de assuntos de interesse do governo e das organizações da sociedade civil não poderá ter como fundamento um ideal de uma consistente cultura do respeito recíproco? Pode sim, mas também a prática de uma atitude crítica construtiva pois, segundo Immanuel Kant, “só a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo, o ateísmo, a incredulidade dos espíritos fortes, o fanatismo e a superstição, que se podem tornar nocivos a todos...”.
O mesmo autor, ao desenvolver escritos sobre a filosofia moral, em uma das formas de seu imperativo categórico, aconselhou: “Age por forma a que uses a humanidade, quer na tua pessoa como na de qualquer outra, sempre ao mesmo tempo como fim, nunca meramente como meio”.
A Associação de Resgate e Cidadania-ARC aposta firmemente na solidariedade, pois é uma entidade formada por membros que acreditam que todos devem de alguma maneira ou outra contribuir para um mundo melhor. Sabemos, também, que tudo se inicia na formação e educação das pessoas.
Portanto, queremos dar oportunidade àquelas que não as têm, com a preocupação maior de ensiná-las a serem o sujeito da sua própria história. Como sujeito, faz-se necessário aprender, saber para viver, e este complexo objetivo só poderá ser atingido com esforços conjuntos entre os diversos níveis de governo e as instituições que representam os setores menos favorecidos da sociedade.Felizmente, apenas poucos ainda ignoram os meritórios ideais de nossa associação, já a maioria das autoridades e pessoas sensatas sabe de nossa unidade sólida, capaz de resistir às forças exteriores e, mesmo, de nos tornarmos ainda mais firmes em face de oposição vinda de fora.
Nosso relacionamento com o poder público precisa não de uma solidariedade apenas mecânica, característica da fase primitiva da organização social, mas uma verdadeira solidariedade orgânica, baseada na complementação de partes diversificadas. O encontro de interesses complementares cria um laço social novo, ou seja, um outro tipo de princípio de solidariedade, com moral própria, e que dá origem a uma nova organização social. Sendo seu fundamento a diversidade, esse tipo de solidariedade implica uma maior autonomia, com uma consciência individual muito mais livre.
Durkheim, sociólogo francês positivista, assinalou que “... o indivíduo submete-se à sociedade e na submissão está a condição para que se libere. Liberar-se, para o homem, é tornar-se independente das forças físicas, cegas, ininteligentes”. Dentro desse quadro, acreditamos firmemente que, para tal, torna-se necessária a oposição a essas forças negativas através de uma forma de agir com grande potencial integrador que, para nós, constitui-se na criação, manutenção e desenvolvimento de organizações sociais fortemente voltadas para a obtenção de condições para o exercício da cidadania plena por parte das pessoas.
O nosso ideário, inclusive demonstrado no importante evento, na Assembléia Legislativa, de lançamento do informativo Resgate da Cidadania, bem como na linha editorial constante em seus artigos, é acreditar em um mundo melhor e agir para que todos os espaços de convivência, mesmo os pequenos, sejam mais agradáveis e produtivos.
Relacionarmo-nos com respeito a todas as pessoas, independentemente de sua situação política ou social, é o primeiro passo.
Dentre os valores em que a nossa equipe acredita e segue, no dia a dia, estão o respeito às diferenças; a preocupação com o bem-estar coletivo e individual; e a busca da conscientização geral de que cada ser humano deve servir aos demais em prol de uma sociedade mais justa, orientada para um dos maiores pilares sobre o qual se sustenta a Democracia: a igualdade de oportunidades. Esse é o nosso desejo, esse é o nosso destino.


Antonio Alencar Filho é administrador, presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

domingo, 17 de maio de 2009

MATÉRIA ESCRITA PELO O ALENCAR E PUBLICADA NESTE DOMINGO, 17/05 NO DM

O informativo da cidadania e dos direitos humanos
17/05/2009

Para nascer um Brasil realmente novo, humano, solidário e democrático, é fundamental que uma nova cultura se estabeleça. E ela deve recomeçar pela atitude e vontade da própria sociedade.Devemos procurar o bem-estar da comunidade em geral.
Não vale a pena nos preocuparmos apenas com a prática diária do “levar vantagem” em tudo o que fazemos ou deixamos que seja feito (politicagens, impunidade, corrupção, propaganda enganosa etc.) nesta nossa sociedade neocapitalista que se tem demonstrado ultrapassada e incompetente para a solução dos problemas mais básicos da sociedade.
Só a participação cidadã é capaz de continuar mudando o nosso País e, nesse contexto, um jornal a serviço da cidadania torna-se de vital importância para que as pessoas possam obter o acesso a informações imprescindíveis para a condução de seu processo de desenvolvimento individual e dentro da comunidade, tornando-se arquitetas de seu próprio destino.Ao analisar a evolução histórica das conquistas dos direitos humanos (dentre eles, o direito à informação), um observador atento pode chegar à conclusão de que ela se dá em fases, ou gerações distintas. Infelizmente, o direito à informação ainda constitui-se num cenário negativo a ser democratizado no Brasil, estando distante de uma situação em que a delimitação jurídica desse direito possa redefinir os próprios limites da cidadania.
A Constituição de 1988 regula o princípio do direito à informação através de alguns incisos do artigo 5º (que estabelece a igualdade perante à lei e à inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade), no capítulo sobre direitos individuais e coletivos do Título II (Dos Direitos e Garantias Fundamentais).
Além disso, o habeas data, o mandado de injunção e a ação civil pública deveriam ser, segundo a vontade dos constituintes, três instrumentos que formassem um conjunto articulado que assegurasse os direitos fundamentais da cidadania. No entanto, a precariedade do direito ao acesso à informação no Brasil resulta de um círculo vicioso em que a desorganização e a precariedade dos registros arquivísticos, computacionais e outros sob a guarda dos órgãos públicos reforçam a opacidade governamental (muitas vezes deliberada) e impõem limites políticos e administrativos adicionais à incompletude da legislação.Assim sendo, constatamos que ainda é preciso enfrentar o enorme desafio político, legal e administrativo de viabilizar, de forma concreta, o acesso e a transparência das informações de interesse individual e coletivo, uma condição cada vez mais essencial para a expansão e aprofundamento da própria cidadania.
A Associação de Resgate e Cidadania de Goiás (ARC-GO), nesta quarta-feira, dia 13 de maio, no auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa, deu um enorme e decisivo passo para essa conquista com o lançamento de sua publicação mensal Resgate e Cidadania, o Informativo dos Direitos Humanos Universais – espaço cultural Fábio Nasser, numa tiragem inicial já de 10.000 exemplares, não por acaso vindo a público no dia em que se comemora a “Libertação dos Escravos”.
Evento prestigiado com a presença maciça de autoridades governamentais, deputados, líderes de organizações sociais, imprensa falada, escrita e televisada, além de representante do excelentíssimo senhor governador Alcides Rodrigues, que expuseram firme apoio às nossas lutas, demonstrando estarem conscientes da validade e importância de nossas iniciativas que têm como objetivo apenas colaborar para que a sociedade possa aperfeiçoar seus mecanismos de inclusão e autogestão de seus cidadãos.A linha editorial de nosso informativo é de liberdade de expressão, informação de utilidade pública, conscientização de direitos e deveres, análises críticas nas áreas sociais, políticas públicas, econômica, meio ambiente, sindicalista patronal e de trabalhadores, enfim, todo assunto que seja de interesse das pessoas e de organizações da sociedade civil no sentido amplo de promover a conquista e o desenvolvimento de uma cultura de exercício efetivo da cidadania e de evolução dos direitos humanos no Estado de Goiás e no Brasil.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada em fins de 1948, estatuiu em seu Artigo I que “todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”. Ao finalizar, quero lembrar a todos que “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Antônio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás. Escreve aos domingos

quinta-feira, 14 de maio de 2009

AVISO AOS ASSOCIADOS DE ANÁPOLIS-GO

Caros Companheiros:

Neste dia 13/05/09, data de lançamento do nosso Jornal RC Resgate da Cidadania, na solenidade, o ilustríssimo presidente do Sindicato dos Bancários de Goiás, Manoel Bonfim em seu discurso de saudação, ressaltou uma vez mais que o Sindicato já nos concedeu anistia, portanto qualquer ex funcionário da extinta Caixego tem o direito de ser um associado deste importante sindicato em Goiás.
Para se tornar uma associado é necessário cópia da identidade, do CPF e uma foto recente. Para as pessoas que tem dependentes no caso esposo(a) cópia dos documentos pessoais e certidão de casamento, e foto recente, para os filhos menores de 18 anos, certidão de nascimento e fotografia.
Aqueles que quiserem associar-se me procure para preencher um requerimento e me entregar os documentos, assim que reunir um número expressivo de solicitações, irei até Goiania e entregarei ao Sindicatos nossas solicitações.
Um grande abraço a todos

Marivone Figueiredo

MATÉRIA PUBLICADA NO DIÁRIO DA MANHÃ

Informativo da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás tem editorial de cultura que leva nome do jornalista
14/05/2009
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Fábio Nasser dará nome a espaço cultural da publicação

O jornalista Fábio Nasser foi homenageado ontem à tarde na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, durante o lançamento do jornal RC - Resgate e Cidadania, o Informativo dos Direitos Humanos Universais, da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás (ARC-GO).
O editorial cultural do impresso leva o nome de “Espaço Cultural Fábio Nasser”. A seção é reservada aos associados ou parentes para se manifestarem de forma artística, seja pela literatura, artes pláticas ou fotografia. “A editoria não poderia ter outro nome, pois Fábio, mesmo não estando entre nós, ainda nos inspira a sermos inquietantes e dinâmicos como ele foi”, diz o presidente da ARC, Antônio Alencar Filho.
O periódico de oito páginas comemora os dois anos de atividade da associação. Com tiragem mensal de 10 mil exemplares, o RC será distribuídos em dez municípios – entre eles Cidade de Goiás, Pirenópolis, Rio Verde, Aparecida de Goiânia e Anápolis. Fábio Nasser não foi o único jornalista a ser lembrado no lançamento do RC. Antônio Alencar fez questão de lembrar o trabaho que o jornalista e editor-geral do Diário da Manhã, Batista Custódio (pai de Fábio Nasser), tem realizado para manter em Goiás uma imprensa livre, sem ligações partidárias. “Dessa maneira as informações não se perdem e atendem todos os segmentos da sociedade goiana”, frisa.
Secretária de Cidadania e Trabalho do Estado de Goiás, Flávia Morais ressaltou que o RC é mais um instrumento de comunicação para os ex-funcionários da Caixego, que foram demitidos em 1989, depois que o banco foi liquidado. “Esse é mais um veículo no qual se poderá lutar pela anistia dos funcionários que lutam por um direito que é mais que justo”, disse a secretária. Também estiveram presentes no lançamento do jornal o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Goiás (CUT-GO), José Antônio de Oliveira, o presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB), Lourenço do Prado, presidente do Sindicato dos Bancários de Goiás, Manoel do Bonfim, e os deputados estaduais Humberto Aidar e Mauro Rubem.
O presidente da ARC Antônio Alencar, diz que o principal objetivo é a reintegração dos funcionários da Caixego, que perderam o emprego ao quadro do serviço público de Goiás. Para isso, a ARC pretende apresentar ainda nesse semestre um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) à Assembleia Legislativa para que se possa alterar a Constituição Estadual, com a intenção de que os funcionários da Caixego sejam anistiados com as mesmas condições e direitos que os servidores federais, conforme a Lei 9. 878 de 1994.
mês de abril a ARC recebeu o reconhecimento público do governador Alcides Rodrigues pelo trabalho que realiza em 150 municípios do Estado de Goiás.

A ARC- ASSOCIAÇÃO DE RESGATE E CIDADANIA LANÇA O SEU JORNAL

Ontem, no dia 13/05/09, aconteceu o lançamento do Jornal RC- JORNAL RESGATE DA CIDADANIA.
O evento aconteceu nas dependências do auditório Costa Lima, onde diversas autoridades políticas e classistas, além de centenas de companheiros ex funcionários da Caixego, foram presenciar e apoiar o lançamento deste Informativo, que é um marco histórico no meio jornalístico, porque este veículo trata exclusivamente de matérias relacionadas a Direitos Humanos Universais e a sociedade de um modo geral ganha um espaço para às causas de injustiças sociais, das minorias. Trata-se do único jornal de Goiás e do Centro-Oeste direcionado exclusivamente à assuntos ligados à Direitos Humanos.
Na oportunidade tivemos o discurso da Secretária de Cidadania do Estado de Goiás, Flávia Morais, onde ela reafirmou o seu inteiro apoio à nossa Anistia, colocando-se ao nosso dispor como Secretária de Governo. Também discursou o jornalista Arimar, representante do Governador de Goiás, Dr. Alcides Rodrigues Filho, que também ressaltou o seu apoio de jornalista, e a conciência de legitimidade de nossas reivindicações, como também declarou que em sua própria casa, as consequencias da liquidação maléfica da Caixego, atingiu, na pessoa de sua esposa, que também é uma ex funcionária.
Também discursaram o presidente da CUT, secção Goiás, o Sr. José Antonio de Oliveira, o presidente da Conteg, Sr. Lourenço do Prado, o presidente do Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás, sr. Manoel Bonfim, presidente do CEVAM, Centro de Valorização da Mulher, sra. Maria das Dores, a Dole, popularmente conhecida, presidente do Sindicato da Agricultura, Secção, Goias, Sr. Raimundo de Souza, o deputado estadual Mauro Rubens que é presidente da Comissão dos Direitos Humanos, o deputado estadual Humberto Aidar, que é um parlamentar aguerrido e tem nos acompanhado de forma impecável nesta caminhada.
Também esteve nos prestigiando com a sua presença, o assessor da Gecon, Jair Rabelo, o Diretor do Diário da Manhã, jornalista Julio Nasser.
Na oportunidade foi realizada a Assembléia Geral dos associados, para eleger a nova Diretoria da Arc, a qual pelo o voto unanime da Assembléia, foi eleito para presidente Antonio Alencar Filho, que também teve autonomia total para escolha de seu vice presidente, Maria das Graças, seus diretores, secretária e conselho fiscal. Na oportunidade, a cidade de Anápolis, por ter um número expressivo de associados, e por fazer um excelente trabalho de divulgação e união de forças, foi agraciada com duas diretorias, sendo indicados para ocupá-las o nosso companheiro, Rivadávia Barbosa Alencar, que faz um trabalho espetacular, deixando os seus afazeres profissionais, e sempre que solicitado, se coloca prontamente a disposição, e a companheira de vocês, que fundou este Blog para divulgar nossa luta, Maria Ivone Alves Figueiredo, que também é um elo desta corrente de soldados valorosos. As demais diretorias foram ocupadas, por Maria Angela, Gilberto, Irani, enfim diversos companheiros valiosos.
Portanto a nossa Associação esta preparada para mais dois anos de uma gestão, que com a graça de Deus, será histórica, pela a luta, a garra e a determinação de seus dirigentes e associados. E sobretudo pela a coroação dos êxitos através de nossa tão merecida Anistia.

terça-feira, 12 de maio de 2009

NOTA NO DIÁRIO DA MANHÃ

Em defesa dos direitos humanos Amanhã, a Associação de Resgate e Cidadania de Goiás lança, às 14h30, seu RC – Resgate e Cidadania, informativo dos direitos humanos universais. Trata-se de um instrumento em defesa do Movimento de Anistia dos Ex-servidores da Caixego. O lançamento será na Assembleia Legislativa.

domingo, 10 de maio de 2009

TUDO AGORA É SÓ UMA QUESTÃO DE TEMPO

Caros Companheiros:

Sempre acreditei em nossa Anistia porque sempre acreditei na verdade, na justiça. E sobretudo acredito no trabalho da Associação de Resgate e Cidadania, entidade que defende o direitos humanos e que foi criada por ex funcionários da Caixego com o objetivo de representar toda uma classe de trabalhadores que covardemente foram retirados do mercado de trabalho e com todos os direito violados.
Acho que nós nunca estivemos tão perto de nossa tão sonhada e merecida Anistia. Sei do que estou escrevendo. Tem um pouco de euforia sim, porém me baseio em fatos que sei. O que posso adiantar é que um dos principais candidatos a Governo do Estado Goiás, solicitou do nosso companheiro Alencar, uma reunião de portas fechadas com os representantes de nossa Associação, e este é um avanço sem tamanho. E como disse em uma outra postagem, quem era contra no início do ano, agora, quer conversar.
Na próxima quarta-feira, dia 13/05/09, tem uma reunião marcada para as 14:30 no auditório Costa Lima, na Assembléia Legislativa de Goiás, quando o Alencar apresentará a todos os nossos companheiros o trabalho que a ARC vem desenvolvendo deste o início do ano e os resultados de todos os esforços. Não é pouca coisas não. Além das notícias, terá o lançamento do Jornal Resgate da Cidadania, mais um veículo a trabalho dos Direitos Humanos, e este veículo nasceu dentro de nossa Associação e tera o seu lançamento no dia 13/05/09. Também haverá a renovação da Diretoria. Não deixe de comparecer. Será um dia muito marcante para todos nós que lutamos pelos os nossos direitos.
Abaixo publico matéria do Alencar publicada neste domingo no DM.








Uma história verídica em Goiás
10/05/2009
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Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás, constituída na assembleia geral no dia 11.05.07, declarada de utilidade pública pela Lei Estadual nº 16.519, de 02.04.09, pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, dos termos do artigo 10 da Constituição Estadual. Fundada pelos ex-servidores da Caixego, vitimados pelo fechamento político pela sua liquidação política, em virtudes de picuinhas nas eleições de 1989, no confronto regional entre Lula e Collor. Essa entidade foi instalada com o objetivo principal de lutar pelos direitos humanos universais, dentre eles o da anistia dos ex-servidores que perderam o emprego por causa de atitudes subjetivas da política sem nenhum embasamento técnico.A associação surgiu depois de levantamentos desde1990, com o advento dos conflitos regionais, aliado às candidaturas majoritárias a presidente da República, coincidentemente com as candidaturas expostas a governador. É uma associação que veio para reacender a memória, buscando nos arquivos e registros documentais, técnicos e jurídicos de toda uma situação que foi gerada em diversos segmentos, com a decisão do fechamento administrativo do principal banco social do Centro-Oeste brasileiro.A história é muito abrangente. Nós vivenciamos situações diversas com o fechamento de uma empresa que foi constituída no decorrer de anos pelos trabalhadores. Uma empresa de capital 100% estatal, genuinamente goiana, pública e do setor da administração indireta do governo e com a sua fundação, em 1962, no governo Mauro Borges, teve uma grande participação e deixou de forma sólida um vasto patrimônio na área habitacional.Além das vítimas, os trabalhadores da Caixego se esqueceram que a Caixa detinha um serviço muito importante ao servidor público, com investimentos ao microempresário etc. Enfim, pessoas humildes que tinham na Caixego trabalhadores preparados, treinados e era o banco que gozava de maior credibilidade perante a sociedade goiana. Fora isso, deixou-se de haver investimento no setor de habitação, moradia popular. Deixou-se de emprestar, através de linha de crédito, para os servidores do Estado, de amparar os micro e pequenos do Estado.A anistia está acima, ela tem uma visão universal do que realmente aconteceu. Dentro desta premissa no Brasil, a primeira Comissão dos Direitos Humanos e Minoria, implantada na Câmara Federal, foi em 1995. No Senado foi implantada agora em 2003. Estamos em uma diversidade de debates, de reeducação de setores dos direitos onde sempre quase vemos nosso parlamento falando somente em assassinato, em preso condenado. A associação se tornou um exemplo de burilamento daqueles que não conhecem o assunto. Estamos construindo um trabalho onde temos a visão de que no mundo é feito de coisas das quais novas para aqueles que por ignorância não conheçam o assunto, mas de desafios, de coragem, para que esses sonhos se tornem realidade e ele está se tornando realidade. Os contra já estão ficando escondidos, com vergonha de opinar porque todo segmento religioso, sindicatos, políticos de uma forma geral, o setor produtivo, enfim, queiram ou não, toda a sociedade já conhece o assunto da anistia dos trabalhadores da Caixego. Quando iniciou esse movimento, as pessoas indagam se os funcionários da Caixego tinham esse direito ou não. No início encontramos um monte de juízes informais, empíricos, e também alguns indivíduos formados que atuam em outras áreas e nunca se ativeram a estudar melhor o assunto, sobre o crime que foi praticado pelo setor da vaidade, do egoísmo e do egocentrismo. Eu sempre digo que o egoísmo é filho da dor. Aqui as críticas não são para pessoas, para pais de família. Mas para que sirva de exemplo que fatos desta natureza não se repitam mais no Estado de Goiás. Basta ver essa crise financeira mundial que está instalada. A fome foi tão grande que tentaram globalizar o Brasil e agora está dando nisso aí.Desrespeitaram a essência de cada região, o limite territorial de cada região e desrespeitaram a tendência do setor produtivo de cada Estado.A vida é uma construção. Se Sócrates e Platão disseram uma coisa, Aristóteles disse outra, a sociedade da época não estava preparada. Cabe a nós da associação continuar construindo sonhos espelhados nas ações de dentro para fora do nosso ser. Nesta linha, cito ainda Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, em sua obra Terra dos Homens, que diz: “Amar não é olhar um para o outro; é olhar juntos na mesma direção”.


Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

quinta-feira, 7 de maio de 2009

BOAS NOVAS

Hoje, em um daqueles bate papos que tenho com o nosso companheiro Alencar, fiquei até emocionada com tanto progresso que nosso movimento tem obtido neste últimos trinta dias. Mas tudo isto é a colheita de que tanto falamos. A ARC, presidida pelo o Alencar e demais diretores faz um trabalho brilhante 24 horas por dia. Muitas sementes foram lançadas e agora elas estão germinadas e prontas para dar o fruto. Tem muita coisa acontecendo, muita negociação e o que posso adiantar para vocês é que quem se mostrava tão contrário a nossa causa, agora quer conversar. Não posso falar em nomes. Temos abaixo uma correspondência do Dr. Alcides parabenizando pela a Comenda Honrosa que o Alencar recebeu em Brasília.Abaixo posto comunicado da Arc e convocação para reunião.

CAROS COMPANHEIROS, convocamos a todos para a nossa reunião mensal que se realizará no dia 13.05.2009, às 14h30min, no Auditório Costa Lima, na Assembleia Legislativa, quando serão realizados diversos eventos. Contaremos com a presença de autoridades religiosas, políticas e sindicais, inclusive deputados, secretários de estado, como a Secretária da Cidadania, deputada Flávia Morais, que, na oportunidade, também representará o Ilustríssimo Governador do Estado de Goiás.
PAUTA DA REUNIÃO:
1 - Relato das atividades da ARC do início deste ano (a batalha foi intensa, mas os resultados, compensadores);
2 - Comemoração do segundo ano de vida da ARC;
3 - Lançamento da 1ª edição do RC - Resgate da Cidadania, o informativo dos direitos humanos, com tiragem de 10.000 exemplares (mais uma ferramenta de apoio de peso a nossa luta);
4 - Assembleia Geral para eleger a Diretoria da ARC para o pximo biênio (2009/2010);
5 - Pronunciamentos de autoridades presentes no evento.
NÃO FALTEM! A SUA PRESENÇA É INDISPENSÁVEL!



domingo, 3 de maio de 2009

1o. DE MAIO E OS DIDEITOS HUMANOS NA CIDADANIA

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Antonio Alencar Filho
1º de maio e os direitos humanos na cidadania
03/05/2009
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As transições vividas pela sociedade brasileira nos últimos anos se configuram como “partidas de um lugar para um não lugar, ou para lugar algum”, que seja efetivamente novo e que abra espaço para justiça social e a efetivação dos Direitos Humanos. A Constituinte e a Constituição Federal de 1988, significaram, contraditoriamente, um marco de convergência da resistência política e um ponto de referência para a afirmação dos Direitos Humanos.
Na esteira do processo preparatório à Conferência de Viena (Áustria), o Brasil aderiu a vários instrumentos Internacionais de Direitos Humanos em 1992: o pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP), o pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (Pidesc) e a convenção Americana de Direitos Humanos da OEA.Na volta de Viena, governo e sociedade civil construíram uma Agenda Brasileira de Direitos Humanos, a fim de dar seguimento às resoluções da conferência. A agenda resultou em várias iniciativas: em 1993, a criação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) pelo Ministério Federal; em 1994, o Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional projeto de Lei instituindo o Conselho Nacional de Direitos Humanos, ligado ao Ministério da Justiça; em 1995, a Câmara dos Deputados instalou a Comissão de Direitos Humanos (CDH/CD) – o Senado Federal só o fez em 2003.Um conjunto de medidas no plano nacional levou à tomada de várias iniciativas na esfera estadual, entre elas, a criação de Comissões de Direitos Humanos nas Assembleias Legislativas. Como podemos notar, o Brasil vem assumindo e resgatando, embora de maneira ainda tímida, o verdadeiro papel dos Direitos Humanos. É preciso avançar mais, pois as injustiças persistem.Os direitos que, de forma ainda insuficiente, temos não nos foram conferidos, mas conquistados. Não como uma concessão, um favor de quem detém o poder para os que estão em baixo.
A cidadania não nos é dada, ela é construída e conquistada a partir da nossa capacidade de organização, participação e busca dos nossos direitos sociais.A palavra cidadania, muito mais que o conceito de cidadania, faz parte da maioria dos discursos contemporâneos que circulam em torno da questão política, econômica e social. Sua forma tripartite (como conquista de direitos civis, políticos e sociais), diga-se, é apenas um ponto de partida.
O projeto das organizações ligadas à cidadania e aos direitos humanos tem outro objetivo. No mês de maio de todos os anos, deparamo-nos com as “comemorações” do Dia do Trabalho. Sensações de felicidades são propaladas nesta data por segmentos da sociedade com a falsa impressão de que não há desemprego, fome, crimes, sem tetos, sem camisas, sem identidades em confronto com os princípios básicos dos direitos humanos universais. Contradição clássica na firmação do poder pelo poder.
Para estes, defensores das maravilhas sem maravilhas, políticos, líderes dos movimentos sociais registrarem em suas memórias, uma frase de Nietzsche que diz: “Não vos aconselho o trabalho, mas a luta. Não vos aconselho a paz, mas a vitória! Seja vossa paz uma vitória!”

Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

sexta-feira, 1 de maio de 2009

DIA DO TRABALHADOR

DIA DO TRABALHADOR
Há quase vinte anos atrás, um dia como este, para mim e a maioria dos meus companheiros de Caixego, significava apenas um dia a mais de folga, um dia a mais para ficar longe do nosso local de trabalho.
Naquela época, não sabíamos o que era o desemprego e que o nosso futuro estaria nas mãos de um playboy irresponsável, que através de uma ação vingativa e imoral, sentenciaria milhares de brasileiros e suas famílias a ter seus direitos todos usurpados, violados e jogados a própria sorte.Naquela época, eu não me preocupava com índices de desemprego porque tudo parecia tão longe de mim. Hoje eu faço parte da estatística.
E ao pertencer a este índice por quase duas décadas, aprendi a lutar. E ao me unir a pessoas, que como eu, buscam justiça, me tornei um elo de uma luta social e com isto aprendi o significado deste dia dedicado ao trabalhador.
Hoje, "ainda" sou uma fração do gráfico do desemprego no Brasil. Eu e tantos outros companheiros ainda continuamos injustiçados pela a barganha, pelo o jogo político. Mas este mesmo jogo político possui vias de duas mãos e em projeções de um futuro bem próximo, a nossa luta já esta na via de retorno e próxima a reta de chegada.
Quiças no dia primeiro de maio do ano vindouro, nós, os ex funcionários da extinta Caixego, já seremos "os anistiados da Caixego", deixando de sermos estatísticas para virarmos história de Goiás, onde mulheres e homens de bem, reescrevem os destinos de trabalhadores honestos e suas famílias resgatando-lhes a cidadania e a dignidade através do reconhecimento dos nossos direitos.
Marivone Figueiredo

MANIFESTAÇÃO EM ITUMBIARA


A solenidade de inauguração do campus em Itumbiara do Instituto Federal de Ensino Técnico (Ifet), sexta-feira (24), também serviu de palco para a manifestação pacífica dos servidores da extinta Caixego. Com faixas e cartazes, representantes do movimento que luta pela anistia dos servidores se misturaram à plateia que foi prestigiar a visita do presidente Lula. O deputado Humberto Aidar, em nome da bancada do PT na Assembleia, entregou documento ao presidente pedindo sua interferência em prol da anistia aos ex-servidores. O protesto foi coordenado por Antônio Alencar Filho.

AS MARCAS DE UM TEMPO NA POLÍTICA

26/04/2009
Publicação DM

Na política, esperamos objetivos plenos na realização de nossos direitos atendidos na busca da verdadeira cidadania.Essa é uma fase de aperfeiçoamento que os governantes inexoravelmente terão de assimilar, sob pena de se desvincularem completamente dos anseios sociais e perderem sua credibilidade enquanto agentes de mudanças que pretendem e prometem ser quando submetidos ao processo eleitoral.
Nenhum desenvolvimento regional, nacional e mundial será eficaz se desconsiderar a base da pirâmide, que seja social ou mesmo de países em fase de ascensão. Não podemos, sob qualquer pretexto, legitimar a exclusão como motivo para justificar cortes de verbas em orçamento objetivando conquistas claramente pessoais, desqualificando a maior parte da população que deseja e necessita participar dos benefícios de um efetivo plano de desenvolvimento estadual ou nacional.
Nesta visão, aplaudimos alguns agentes do governo no recuo de corte de verbas da Universidade Estadual de Goiás – UEG –, proposta por uma PEC de iniciativa equivocada do deputado Wellington Valim, comandado por um líder de governo inexperiente, recém-escolhido. Que sirva de lição! Não se pode, em momento algum na redução de custos no orçamento do Estado, mexer nos investimentos da educação de nossos filhos, sob o pretexto de “ser do governo”.
Na mesma direção, presenciei ontem junto com centenas de guerreiros dessa associação na cidade de Itumbiara o anúncio da liberação de R$ 1,3 bilhão para os cofres do Tesouro do Estado de Goiás, com o objetivo de iniciar o saneamento das contas públicas da CelgPar. Esperamos que tal ato venha a salvar milhares de empregos da sua conclusão. Aproveitamo-nos da oportunidade para acompanhar o deputado Humberto Aidar na entrega de um documento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo parte do teor cita: “ ...É preciso salientar, Senhor Presidente, que ainda estamos motivados pela significativa mensagem de Vossa Excelência endereçada aos ex-servidores da Caixa Econômica do Estado de Goiás – Caixego, por ocasião da liquidação extrajudicial que nos foi imposta pelo Governo Collor de Mello, por perseguição política ao Governo de Goiás então capitaneado pelo Governador Henrique Santillo que declarou apoio explícito à candidatura de Lula à Presidência da República nas eleições de 1989. Citada mensagem, de próprio punho de vossa Excelência, compromete-se com nossa causa, dizendo: ‘Aos companheiros da Caixa Econômica do Estado de Goiás, com a certeza que vocês não se curvarão diante do Plano Collor que tanto tem prejudicado os Bancários Brasileiros. O PT estará junto com vocês nesta luta de resistência. Abraços Lula. 7/8/90.’ Sabedores do bom relacionamento que o Governo de Vossa Excelência mantém com o Governador Alcides Rodrigues, inclusive com a liberação de recursos essenciais à viabilização do funcionamento da administração estadual em todas as áreas de governo, vimos, através deste, solicitar um imprescindível contato de Vossa Excelência com o chefe do Executivo goiano...”
Realmente, na política, esperamos objetivos plenos na realização de nossos direitos atendidos na busca da verdadeira cidadania. Aplaudimos aqueles parlamentares goianos, agentes públicos e segmentos da sociedade organizada que de forma respeitosa tenham apoiado e defendido de forma suprapartidária à “Anistia” ao ex-servidores da Caixego. Vítimas das marcas de um tempo na política.
Para reflexão, Augusto Cury diz que “ ...meu sonho não é destruir o sistema político vigente para reconstruí-lo. Não creio em mudanças de fora para dentro. Creio numa mudança pacífica dentro para fora, uma mudança da capacidade de pensar, se enxergar, criticar, interpretar os fenômenos sociais, e, em especial, na capacidade de resgatar o prazer. Meu sonho está dentro do ser humano”.
Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

CARAVANA PARA ITUMBIARA TEM SALDO POSITIVO



INFORMAMOS aos companheiros que no último dia 24, em Itumbiara, através do deputado Humberto Aidar, entregamos a nossa reivindicação nas mãos do Presidente Lula, de quem obtivemos o compromisso de que ela seria analisada e que posteriormente nos seria dado um retorno.
Temos a satisfação de informar também que a ARC acaba de ser considerada uma entidade de utilidade pública, através da Lei Estadual nº 16.519, de 2 de abril de 2009, de autoria do deputado Fábio Sousa e sancionada pelo governador do Estado de Goiás, Dr. Alcides Rodrigues Filho, conforme publicação no Diário Oficial do Estado de Goiás, do dia 8.04.2009.
Além disso, informamos que o presidente da ARC, sr. Antônio Alencar Filho, receberá nesta quinta-feira, dia 30.04.2009, em nome de todos, a COMENDA HONROSA DE LOUVOR, em homenagem pela sua atuação conjunta com a Sociedade Civil Organizada na grande expectativa de desenvolvimento e justiça social, título outorgado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, de iniciativa do ilustre deputado distrital Brunelli.


COMPANHEIROS, queremos lembrar a todos que a ARC continua, incessantemente, na busca do nosso objetivo. A luta é permanente, sem trégua, e só cessará quando alcançarmos a vitória final. Portanto, mantenham-se, como tem sido até agora, a postos.