domingo, 27 de setembro de 2009

FELIZ ANIVERSÁRIO, ALENCAR !!!!



Neste domingo, 27 de Setembro, Antonio Alencar Filho, comemora mais um ano de vida, e diga-se de passagem, um ano árduo, de batalhas, em prol da Família Caixego, que é hoje a nossa Associação Arc.


Esta Família se assemelha a uma orquestra, cujo maestro é o nosso querido Alencar, que com sua inteligência e força interior, usa a sua batuta e de nota em nota vai construindo uma melodia linda, que um dia soará por todo este nosso Estado e também pelo o país com o nome "Anistia".


Seu aniversário foi comemorado juntamente com nossa reunião mensal com um grandioso churrasco e com quase 1.000 pessoas presentes, confraternizando e sobretudo tomando conhecimentos sobre os avanços das negociações, dos entraves que nossa Associação vem travando ao longo destes meses, e
os resultados altamente positivos.
Estiveram presentes a Deputada Federal Raquel Teixeira, Deputada Estadual Flavia Morais, Secretaria do Estado de Cidadania e Trabalho, Deputado Estadual Humberto Aidar. Todos estes políticos foram levar o apoio incondicional aos Ex Caixego, reconhecimento pela a nossa reivindicação legítima, pelo o resgate da cidadania exigida por todos nós.

Parabéns, meu amigo, companheiro e mestre. Que Deus te dê em dobro tudo que você faz pelo o seu semelhante. Que esta energia que emana de você seja absorvida por todos estes políticos que estão por aí, para que eles possam conhecer a verdadeira luta, a luta comunitária, por igualdade social, por respeito ao ser humano. Não a luta pessoal.Você é mestre em solidarizar, portanto, quem sabe, estes homens que detém o poder aprendam convivendo com você, a repartir, corrigir, permitir.

Feliz aniversário, meu amigo e que Deus te dê muitos e muitos anos de vida, para o bem comum.

domingo, 20 de setembro de 2009

19 anos de massacre dos ex-servidores da Caixego

Segundo os ensinamentos bíblicos, nascemos das mãos de Deus para sermos irmãos na plenitude desta palavra. Através dos tempos, essa prática vem se perdendo e, frequentemente, temos nos deparado com situações muito tristes produzidas por novíssimos falsos profetas, os “politiqueiros de plantão”. Criaturas que têm conseguido permanecer na política há décadas, propagando uma imagem de “homens sérios” e que não passam de hipnotizadores profissionais de um sistema arcaico com padrões de práticas individuais duvidosas e ações sociais enganadoras, herança produzida pelos resíduos de uma oligarquia que visa o poder pelo poder e segue exemplarmente a teoria maquiaveliana, em que “um príncipe prudente não deverá pois agir contra seus interesses e quando os motivos que o levaram a empenhar a palavra deixarem de existir”. Podemos, aqui, estabelecer um paralelo com os antigos matadouros a céu aberto, malcheirosos e cheios de predadores, onde a matéria-prima não é o animal, mas o ser “homem”, sacrificado em proveito das vaidades e vantagens pessoais de seus líderes.
Nesse mesmo diapasão, torna-se necessário citar a grande semelhança dos métodos nazistas adotados na Segunda Guerra Mundial, na sua forma e técnica de ação, pelas práticas ocorridas nos meios eleitorais brasileiros dos anos de 1989 e 1990 “colloridos”, marcas de um passado recente.
À época, o “holocausto do Cerrado” fora instituído. Um plano diabólico implantado no Brasil Central – cenário de um palco triste e revelador dos acordos do ódio –, praticado por “politiqueiros” desumanos, na justificativa de destruir os seus opositores a qualquer preço, esquecendo-se naquele momento das sequelas causadas nos nossos irmãos goianos, funcionários públicos incansáveis da Caixego e seus familiares, com prejuízos de grandes proporções também em todos os setores da sociedade. Um verdadeiro genocídio social.
Até 1990, no Cerrado dos homens de bem, a vida era normal e estável, ou seja, as pessoas trabalhavam, tinham seus empregos, iam ao cinema, teatro e suas crianças brincavam e iam à escola, e tudo o mais na vida corrente de cidadãos inseridos na sociedade. Com a execução do plano de aniquilamento político do governo de Goiás de então, foi instalado um tribunal de exceção, ditadura absoluta que era alimentada pelos sentimentos de vingança externos e realização de conchavos políticos odiosos no âmbito estadual. Nestes momentos, a dor, o choro, os gritos e o desespero tomaram conta daqueles que, por consequência, viram o cenário se transformar repentinamente, no qual, por imposição do desemprego, mulheres eram separadas de suas crianças e de seus esposos, e estes do convívio social como excluídos ou por doenças várias que, inclusive, levaram à morte inúmeros companheiros trabalhadores.
Não posso continuar esse triste relato, pois as minhas vísceras fadigam por justiça apesar de buscar forças no meu interior para tentar traduzir o sofrimento passado por todos os ex-servidores da Caixego, seus familiares e amigos, além da sociedade organizada que, enojada pela inércia dos políticos de então, foi às ruas exigir a reação de nossos representantes, alguns deles até hoje com mandato.
Desse período, o que esperar? O mínimo de respeito das autoridades, o arrependimento, o reconhecimento de equívocos praticados com esses funcionários públicos, verdadeiros propulsores da economia goiana. O que fazer? Goiás já pagou preço muito caro pelo autoritarismo vivido no período de chumbo, razão pela qual não se aceita mais a imposição da intolerância de poucos. É preciso resgatar, fechar a ferida, utilizando-se do mecanismo democrático já adotado pelo governo federal, que anistiou os seus servidores civis daquele período, através da lei federal 8.878/94.
Ao governador do Estado, dr. Alcides Rodrigues, dentro dos mesmos parâmetros da referida lei, elaborando projeto de lei estadual ordinária, é-lhe dada oportunidade histórica de trazer, enfim, a tão aguardada justiça àqueles dedicados e competentes ex-trabalhadores da Caixego que foram tolhidos em sua carreira, mas que verdadeiramente trouxeram grande período de desenvolvimento aos governos e à população e, em conseqüência, ao Estado de Goiás, durante décadas de serviços prestados. 19 anos, memórias reais que ainda mancham a lisura de uma política a ser enterrada de vez. A história registrará quem tiver a coragem de realizar esse ato cívico.
Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos
Segundo os ensinamentos bíblicos, nascemos das mãos de Deus para sermos irmãos na plenitude desta palavra. Através dos tempos, essa prática vem se perdendo e, frequentemente, temos nos deparado com situações muito tristes produzidas por novíssimos falsos profetas, os “politiqueiros de plantão”. Criaturas que têm conseguido permanecer na política há décadas, propagando uma imagem de “homens sérios” e que não passam de hipnotizadores profissionais de um sistema arcaico com padrões de práticas individuais duvidosas e ações sociais enganadoras, herança produzida pelos resíduos de uma oligarquia que visa o poder pelo poder e segue exemplarmente a teoria maquiaveliana, em que “um príncipe prudente não deverá pois agir contra seus interesses e quando os motivos que o levaram a empenhar a palavra deixarem de existir”. Podemos, aqui, estabelecer um paralelo com os antigos matadouros a céu aberto, malcheirosos e cheios de predadores, onde a matéria-prima não é o animal, mas o ser “homem”, sacrificado em proveito das vaidades e vantagens pessoais de seus líderes.
Nesse mesmo diapasão, torna-se necessário citar a grande semelhança dos métodos nazistas adotados na Segunda Guerra Mundial, na sua forma e técnica de ação, pelas práticas ocorridas nos meios eleitorais brasileiros dos anos de 1989 e 1990 “colloridos”, marcas de um passado recente.
À época, o “holocausto do Cerrado” fora instituído. Um plano diabólico implantado no Brasil Central – cenário de um palco triste e revelador dos acordos do ódio –, praticado por “politiqueiros” desumanos, na justificativa de destruir os seus opositores a qualquer preço, esquecendo-se naquele momento das sequelas causadas nos nossos irmãos goianos, funcionários públicos incansáveis da Caixego e seus familiares, com prejuízos de grandes proporções também em todos os setores da sociedade. Um verdadeiro genocídio social. Até 1990, no Cerrado dos homens de bem, a vida era normal e estável, ou seja, as pessoas trabalhavam, tinham seus empregos, iam ao cinema, teatro e suas crianças brincavam e iam à escola, e tudo o mais na vida corrente de cidadãos inseridos na sociedade. Com a execução do plano de aniquilamento político do governo de Goiás de então, foi instalado um tribunal de exceção, ditadura absoluta que era alimentada pelos sentimentos de vingança externos e realização de conchavos políticos odiosos no âmbito estadual. Nestes momentos, a dor, o choro, os gritos e o desespero tomaram conta daqueles que, por consequência, viram o cenário se transformar repentinamente, no qual, por imposição do desemprego, mulheres eram separadas de suas crianças e de seus esposos, e estes do convívio social como excluídos ou por doenças várias que, inclusive, levaram à morte inúmeros companheiros trabalhadores. Não posso continuar esse triste relato, pois as minhas vísceras fadigam por justiça apesar de buscar forças no meu interior para tentar traduzir o sofrimento passado por todos os ex-servidores da Caixego, seus familiares e amigos, além da sociedade organizada que, enojada pela inércia dos políticos de então, foi às ruas exigir a reação de nossos representantes, alguns deles até hoje com mandato. Desse período, o que esperar? O mínimo de respeito das autoridades, o arrependimento, o reconhecimento de equívocos praticados com esses funcionários públicos, verdadeiros propulsores da economia goiana. O que fazer? Goiás já pagou preço muito caro pelo autoritarismo vivido no período de chumbo, razão pela qual não se aceita mais a imposição da intolerância de poucos. É preciso resgatar, fechar a ferida, utilizando-se do mecanismo democrático já adotado pelo governo federal, que anistiou os seus servidores civis daquele período, através da lei federal 8.878/94. Ao governador do Estado, dr. Alcides Rodrigues, dentro dos mesmos parâmetros da referida lei, elaborando projeto de lei estadual ordinária, é-lhe dada oportunidade histórica de trazer, enfim, a tão aguardada justiça àqueles dedicados e competentes ex-trabalhadores da Caixego que foram tolhidos em sua carreira, mas que verdadeiramente trouxeram grande período de desenvolvimento aos governos e à população e, em conseqüência, ao Estado de Goiás, durante décadas de serviços prestados. 19 anos, memórias reais que ainda mancham a lisura de uma política a ser enterrada de vez. A história registrará quem tiver a coragem de realizar esse ato cívico.Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás e escreve aos domingos

domingo, 13 de setembro de 2009

A palavra precisa voltar a valer mais que papel

As relações humanas, na atualidade do mundo em que vivemos, têm padecido de seus conceitos, por serem relativizados no ondular dos interesses em jogo de determinadas situações.
Em nossas casas, adotamos internamente os padrões assimilados de familiares e de nossos contemporâneos mais próximos, representando um verdadeiro berço de formação moral e ética consentânea com os melhores princípios e virtudes da civilização ocidental cristã.
Tentamos viver na comunhão de pensamentos e ações, sintonizando hábitos, sentimentos e emoções através de ações positivas na busca da harmonia interior e coletiva. No entanto, tendências costumam emergir em nosso ser que, às vezes, nem mesmo as reconhecemos como possíveis. Na sociedade global, cuja prática consumista tornou-se generalizada até mesmo nos países em desenvolvimento com seus Estados e municípios ainda autodenominados democratas, tem-se verificado o aparecimento dos mais diversos perfis humanos, não só no setor empresarial, mas, sobretudo, na área política com uma incrível flexibilização de valores, como ser honestos ou desonestos, ao sabor de objetivos específicos e, digamos, conjunturais. Isto tem levado setores da população a uma situação de desencanto com seus líderes a ponto de surgirem movimentos considerados anarquistas e, em outro extremo, e de busca por uma sociedade, considerada utópica por alguns, em que as questões sociais sejam equacionadas por meio de negociações limpas e transparentes, onde a palavra empenhada pelas partes tenha uma efetividade maior do que um pedaço de papel com inúmeras assinaturas que nem sempre representam as verdadeiras intenções.
Nas igrejas, presenciamos as pessoas postadas diante de suas crenças, com a demonstração de uma fé tão fervorosa que nos dá uma breve idéia de um mundo sem crimes nem pecado. Ao término de cada culto, voltam para suas casas com uma sensação e convicção de salvação eterna. É um importante fator de equilíbrio psicológico e espiritual na sociedade, proporcionado por um número ainda pequeno, mas com tendência de se ampliar, de vocacionados e dedicados líderes religiosos evangelizadores que prestam inestimável serviço às pessoas e almas necessitadas.
No trabalho, convivemos com todo tipo de postura humana dentro de um contexto de sobrevivência profissional, visando quase sempre um status com a exacerbação da figura do “ter”. Alguns falam de uma aposentadoria que lhes dê confortável situação financeira, outros da casa nova, do carro moderno e daí por diante. Ouve-se multifacetados comentários. Mas o que realmente impressiona, neste jogo de vaidades, é o desprezo pela busca do “ser”. Ser humano, ser gente, ser parceiro responsável.
Felizmente, estamos num novo milênio, com grandes transformações em curso na sociedade, em que as pessoas passaram a exercer o seu direito à cidadania, com acesso à informação, maior liberdade de protagonismo em seu destino, onde os valores têm sido resgatados e, dentre eles, todo político já se sente pressionado para que, quando proferida e empenhada sua palavra sobre determinada matéria ou assunto de interesse social, não mais será possível anulá-la como se rasga um papel ou acordo.
Antonio Alencar Filho é administrador e presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CONVOCAÇÃO GERAL

A nossa fé e a nossa vontade nunca serão contidas... removerão montanhas se necessário, e ecoarão por todos os recantos!

COMPANHEIROS, agendem-se! A nossa reunião mensal está programada para o dia 27.09.2009. O local será informado oportunamente.

Pauta resumida da reunião:

01) Abertura com Hino Nacional, seguida da oração em louvor a Deus;
02) Momento cultural com as participações dos Irmãos Queiroz (Companheiro Silvinho), Miriam e José Araújo;
03) Informação das ações desenvolvidas nos meses de agosto e setembro de 2009 (se preparem para Grandes Novidades!);
04) Pronunciamentos das Autoridades convidadas;
05) Almoço - carne assada, vinagrete, mandioca, feijão tropeiro - (sem nenhum custo para o associado);
06) Bingo com vários prémios objetivando a harmonia e a interação de todos os presentes;
07) Lançamento da IV edição do Jornal RC-Resgate da Cidadania.

Participem e levem seus familiares para que possamos, em comunhão com Deus, atingir nossos objetivos que, com certeza, não estão distantes!

NÃO SE ESQUEÇAM: A única renda da ARC é a sua contribuição mensal. Mantê-la em dia é o mínimo que cada um de nós pode fazer.
REFLEXÃO: “A neve e a tempestade destroem as flores, mas nada podem contra a semente.” - Gibran Khalil Gibran

Fiquem a postos, pois a qualquer momento vocês serão convocados para novas batalhas.

A FOGUEIRA ESTÁ MAIS ACESA DO QUE NUNCA!
QUE DEUS NOS ILUMINE E NOS DÊ FORÇAS!

E, como diz o nosso companheiro Jovan Almeida, CAIXEGO ETERNAMENTE!

A R C
ASSOCIAÇÃO DE RESGATE E CIDADANIA DO ESTADO DE GOIÁS
"Jamais se dê por vencido!"